sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Assembléia Legislativa de Minas Gerais presta homenagem aos 45 anos da Igreja Maranata

A Igreja Cristã Maranata, fundada em 1968 na cidade de Vitória (ES), foi homenageada pelos seus 45 anos na noite desta quinta-feira (31/10/13) em Reunião Especial no Plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). O requerimento da reunião foi do deputado Anselmo José Domingos (PTC), que lembrou que a instituição está presente em mais de 100 países e tem mais de 5 mil igrejas no Brasil. “Destaco especialmente o ministério leigo e não remunerado, o trabalho voluntário dos membros da Igreja, a não arrecadação pública de ofertas e o magnífico trabalho humanitário da Fundação Manoel dos Passos Barros, que contribui com a cidadania nas áres de saúde, educação, cidadanis e meio ambiente”, disse.

Durante a reunião, o deputado Ivair Nogueira (PMDB), 1º-vice-presidente da ALMG, entregou placas comemorativas aos pastores e desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerias, Marco Antônio Picone e Leonídio Mathias Doehler. Picone agradeceu a homenagem e contou parte da história da denominação religiosa que, segundo ele, tem raízes na chegada, em 1910, de dois suecos em Belém. “Eles abdicaram de suas famílias e dos seus bens para anunciar sua experiência com Deus. A palavra alcançou todos os estados da Federação. Não foi compreendida por muitos, mas operou no coração de muitos outros, que entenderam que a obra de Deus é uma forma de vida”, disse.

O deputado Ivair Nogueira, que representou o presidente da Casa, deputado Dinis Pinheiro (PP), afirmou que acompanha de perto a atuação da Igreja Maranata em sua cidade, Betim. “Sei que o trabalho é sério e tem realmente o compromisso de levar às pessoas a palavra do Senhor”, disse. Ele lembrou, ainda, que “maranata” é um termo bíblico que significa “o Senhor Jesus vem”. “Expressa a crença de cada irmão no retorno do Filho de Deus”, disse.

O parlamentar destacou, ainda, o trabalho voltado para deficientes auditivos, iniciado em Petrópolis (RJ) em 2001. “Na época, membros da Igreja começaram a ministrar aulas de história bíblica e a pregar para deficientes auditivos, permitindo que adquirissem conhecimentos sobre a bíblia, que até então não tinham acesso. O resultado foi uma inédita integração dos surdos à comunidade de fiéis”, afirmou.
Fonte: ALMG

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