terça-feira, 15 de maio de 2012

Revista Carta Capital entra na "guerra" contra Malafaia: “Ao hospício o que é do hospício”.


A Revista Carta Capital, publicou nota em resposta a um e-mail enviado pelo Pr. Silas Malafaia a redação da mesma onde o pastor repudia reportagem tendenciosa feita por uma de suas jornalistas, Beatriz Mendes. 

A nota, no site de Carta Capital, inicia insinuando que o pastor seria preconceituoso e faz uma analogia entre Silas Malafaia e Demóstenes Torres: "Imagine o pastor Silas Malafaia acusando alguém de ser preconceituoso. Soa tão irreal quanto o senador Demóstenes Torres reclamar da corrupção no País".

A revista ratifica o que a jornalista erroneamente disse, mudando as palavras de maneira a manipular a verdade, quando ela afirma: “Em 2006, foi ele [Silas Malafaia] o responsável por uma manifestação diante do Congresso Nacional contra a lei criminalizadora da homofobia. Na ocasião o pastor afirmou que relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo são a porta de entrada para a pedofilia” o pastor Silas Malafaia então, em sua nota afirma: “Que absurdo a deturpação dessa preconceituosa jornalista que escamoteia a verdade! O que eu disse foi: ‘O PLC 122 é a porta de entrada para a pedofilia, pois no seu preâmbulo está escrito a livre expressão sexual’”. Ora, qualquer aluno de ensino médio compreenderia que o que o pastor disse, não foi o que a jornalista afirmou, mas a revista, ainda assim ratifica a conduta de sua jornalista e responde: “Como pode-se perceber, o pastor reclama que a repórter interpretou corretamente a visão de Malafaia sobre a PLC 122, justamente a que criminaliza a homofobia”. Será que “livre expressão sexual” não é diferente de união entre o mesmo sexo? Será que “livre expressão sexual” não engloba mais preferências sexuais que simplesmente a homoafetividade, podendo englobar também a pedofilia como quis dizer o pastor?

Em seu email, conforme publicado pela Carta Capital, o pastor Silas Malafaia continua escrevendo o seguinte: “A segunda mentira, deslavada e preconceituosa, prova que a jornalista não lê noticiários e outros jornais, o que faz dela uma tola. Ela escreveu que eu havia falado em meu programa: ‘Deveriam descer o porrete nesses homossexuais’. Sua atitude foi pior do que a da Polícia Federal durante a ditadura, que isolava palavras para incriminar os desafetos”. E conclui contando ter sido absolvido no processo, o que é verdade.” A revista carta Capital no entanto, embora reconhecendo a verdade da absolvição do pastor e que os vídeos foram manipulados, continua batendo na tecla dizendo que “isso não tira a agressividade do termo nem o ódio desferido aos gays”.

O texto da revista termina da seguinte forma: “E para encerrar em grande estilo, o pastor Silas Malafaia termina o programa elogiando o blogueiro da revista da Veja, Reinaldo Azevedo. Embora considere que ambos se mereçam,  Carta Capital se recusa a tecer comentários. Ao hospício o que é do hospício.”.

Infelizmente, concluímos que o problema entre homossexuais e evangélicos está se tornado um problema grave em nosso país, fazendo com que jornalistas e profissionais da comunicação simpatizantes com o movimento GLBT, entre em uma guerra contra líderes evangélicos, incentivando os leitores a odiar determinados líderes, deturpando as palavras dos que discordam de suas ideias, esquecendo de que um dos princípios da democracia é saber conviver com as diferenças e com as ideias contrárias e de que ninguém deveria ser punido e nem odiado por falar o que pensa.

Leia a resposta de Carta Capital na íntegra aqui.

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