quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Evangélico Marcelo Crivella, é nomeado novo ministro de Dilma Rousseff.


Segundo informou o site Último Segundo, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) e Bispo da Universal, foi indicado nesta quarta-feira para o cargo de ministro da Pesca e Agricultura no lugar de Luiz Sérgio de Oliveira (PT-RJ), informou em nota a secretaria da Presidência da República. Segundo informou a coluna Poder Econômico, de Jorge Felix,  a posse do novo ministro será na sexta-feira.

Fonte: Último Segundo
Sobre Marcelo Crivella
Marcelo Bezerra Crivella (Rio de Janeiro, 9 de outubro de 1957) é um político, cantor gospel, escritor e líder religioso brasileiro. Exerce mandato de senador da República pelo Partido Republicano Brasileiro, representando o estado do Rio de Janeiro. Eleito em 2002, com aproximadamente 3,2 milhões de votos,[1] Crivella ocupou uma cadeira no Senado no período 2003-2010. Em 2010 foi o primeiro senador reeleito no estado do Rio de Janeiro em 32 anos para o período 2011-2019. Cantor e bispo licenciado da denominação neopentecostal Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Crivella é sobrinho de Edir Macedo.

Atuação política


Motivado pelo bispo Macedo, Marcelo Crivella entrou na vida pública, postulando ao cargo de Senador da República nas eleições de 2002. Crivella foi eleito, como Sérgio Cabral Filho, para um mandato no período 2003-2011.
Crivella candidatou-se ainda ao governo do Estado do Rio, em 2006, e à Prefeitura da capital, em 2004 e 2008.


Em 2004 foi o segundo colocado na disputa pela prefeitura carioca, porém não conseguiu ir para o segundo turno contra César Maia. Segundo Crivella, este sofreu uma perseguição por parte do jornal O Globo, que publicou diversas matérias acusando-o de fraudes.
Em 2005, em meio à crise do Mensalão, junto com o vice-presidente da República, José Alencar, entre outros políticos, cria uma dissidência do PL, o Partido Republicano Brasileiro (PRB), partido que se denomina como centro-esquerda e que reafirma o apoio ao Governo Lula.


No ano de 2006 se candidata ao governo do estado do Rio de Janeiro, sendo apoiado pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva (que também apoiou o candidato Vladimir Palmeira), e na maior parte do tempo apontado pelas pesquisas como o segundo mais votado. Na última semana antes das eleições, porém, é ultrapassado pela candidata do PPS, Denise Frossard, e acaba novamente fora do segundo turno. Durante a campanha, fez duras críticas ao candidato do PMDB Sérgio Cabral, com quem acabou firmando apoio no segundo turno, e Cabral foi eleito.


Crivella foi candidato à prefeitura do Rio de Janeiro. Logo após ao lançamento da pré-candidatura de Fernando Gabeira, Crivella gerou polêmica em entrevista ao destacar que o deputado do PV apóia o "homem-com-homem" e a legalização da maconha.
Disputou a quarta eleição direta em 2008, pelo cargo de prefeito da capital fluminense, porém ficou em terceiro lugar no primeiro turno.
Em 2010, Crivella foi eleito para o segundo mandato de senador pelo Rio de Janeiro, de 2011 a 2019.


Atuação no Senado


No Senado Federal, Crivella tem como marca a atuação junto à diáspora brasileira. Ele foi presidente da Subcomissão Permanente de Proteção dos Cidadãos Brasileiros no Exterior, subordinada à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, da qual Crivella foi vice-presidente. Um de seus alvos foi a detenção, por período indeterminado, de cidadãos brasileiros nos Estados Unidos, acusados de serem imigrantes ilegais.
Crivella foi apontado pela ONG Transparência Brasil como o terceiro senador mais prolífico na proposição de matérias com impacto.


Fonte: Wikipédia

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