quinta-feira, 19 de abril de 2012

Novas vítimas, uma pode ser criança e ligações com prefeito de Conde. São as novas revelações sobre a Seita de Canibais de Garanhuns, PE.

Com base nos escritos de Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, 51 e de Bruna Cristina Oliveira da Silva, de 25 anos, integrantes da Seita que se intitula “Cartel”, que estão sendo acusados de assassinar pelo menos duas mulheres e vender empadas e coxinhas com a carne delas, a polícia de Pernabuco vem buscando encontrar novas pistas.



Nesta quinta-feira, 19, pela manhã, a polícia voltou a escavar a casa situada na Rua das Emboabas, número 598, Jardim Petrópolis, onde moravam os canibais e foram encontrados os corpos de Giselly Helena da Silva, conhecida como “Geisa dos Panfletos” e de Alexandra da Silva Falcão, desaparecidas em fevereiro e março respectivamente. Desta vez, na busca de um corpo de criança que poderia ser irmã da criança de cinco anos que foi encontrada com o trio e que era usada como isca para atrair as mulheres, filhas de Jessica Camila que desapareceu em Olinda há quatro anos e tudo indica ser uma das vítimas do grupo.

O corpo da criança que a polícia está procurando foi citado em um dos escritos de Negromonte como uma nova vítima e que teria sido enterrada em um dos cômodos da casa chamado por ele de “o quarto do mal”.

Outro escrito que chamou a atenção, foi o fato de Bruna citar o nome do prefeito da cidade de Conde no litoral sul da Paraíba, Aluísio Régis, onde ela relata que o prefeito teria chamado o grupo, que na época residia em Olinda, para morar no Conde, cidade que ele administra.

O diário revela indícios que de que Régis seria colega de Jorge Beltrão Negromonte da Silveira, de 51 anos, e de Isabel Cristina Pires da Silveira, de 51.

Na cidade de Conde, a polícia procura também por pistas que podem levar a mais uma vítima do grupo, identificada por Iolanda.

Prefeito nega

O prefeito negou amizade com os ‘canibais’ e afirmou que caso tenha ocorrido algum contato entre eles, só pode ter ocorrido em alguma audiência pública, diante da sua função de gestor do município.

“Essas pessoas têm distúrbios e devem ser analisadas. A única seita que faço parte é a católica, religião da qual faço parte”, declarou Aluísio em entrevista a um programa de rede nacional na noite da última segunda-feira (18).

O delegado responsável pelo caso, Weslei Fernandes, afirma que pelo menos oito mulheres foram vítimas do trio, mas os pedaços dos corpos de apenas duas delas foram encontrados até agora.
Com informações da Folha do Sertão e NE10.

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